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Ilustração: Marta Pucci

Anatomia

Tudo sobre o estrogênio

por Nicole Telfer, Science Content Producer; e Maegan Boutot, Former Science Writer for Clue Revisado por Maegan Boutot, Former Science Writer for Clue
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*Tradução: Mariana Rezende

O que é o estrogênio?

O estrogênio é o hormônio sexual mais conhecido em mulheres e pessoas que menstruam. É feito de colesterol (um tipo de molécula de gordura) dentro do corpo.

Os hormônios facilitam a comunicação entre as células em todo o corpo. As células que possuem receptores para o estrogênio têm funções que são ativadas ou desativadas por ele. Pense no estrogênio como uma chave e nos receptores de estrogênio como uma fechadura – juntos eles fazem os sistemas do seu corpo funcionar.

O estrogênio não é um hormônio exclusivo de mulheres e pessoas que menstruam. Homens, mulheres trans, crianças e mulheres na pós-menopausa também têm estrogênio em seus corpos. Como essas pessoas não têm ovários que ativamente liberam óvulos todos os meses, seu estrogênio é produzido em outras áreas do corpo, como nos tecidos adiposos, ossos, pele, fígado e glândula adrenal (1). Em homens adultos, o estrogênio é produzido nos testículos (2).

O que o estrogênio faz com o corpo?

Você já deve saber que o estrogênio fortalece o ciclo menstrual e o desenvolvimento de características sexuais secundárias (desenvolvimento das mamas, crescimento dos pêlos pubianos) a partir da puberdade. Mas isso não é tudo: o estrogênio também tem muitas outras funções, desde a saúde óssea (3) até a função cognitiva (4,5) e mais.

Tipos de estrogênio

Existem potencialmente quatro tipos de estrogênio nas mulheres e pessoas que menstruam.

Esses tipos de estrogênios têm funções diferentes em todo o corpo em diferentes fases da vida. Por exemplo, durante a gravidez, diferentes tipos de estrogênio são produzidos para ajudar no desenvolvimento do bebê.

Estrogênios fracos podem se ligar aos receptores de estrogênio, mas seu impacto no corpo não é muito significativo.

  • Estrona (E1): Produzido principalmente na gordura corporal, mas também nos ovários e na placenta. Este é um estrogênio fraco (6).

  • Estradiol (E2): Este é o tipo mais ativo de estrogênio, que é o tipo que está envolvido no ciclo menstrual (6). Este tipo de estrogênio se liga muito fortemente aos receptores de estrogênio. No Clue, quando nos referimos ao "estrogênio" estamos nos referindo quase exclusivamente a esse tipo de estrogênio.

  • Estriol (E3): Este é o principal estrogênio da gravidez. Este tipo de estrogênio é produzido e secretado sobretudo a partir da placenta (com a ajuda do feto) cerca de cinco semanas depois da implantação. Este também é um estrogênio fraco (6).

  • Estetrol (E4): Este tipo de estrogênio só é produzido durante a gravidez a partir do fígado do feto (7).

A maior parte do estrogênio em seu corpo consiste em estradiol e ele é produzido nos ovários. No entanto, os estrogênios também são produzidos em outras áreas do corpo, incluindo tecidos adiposos, ossos, pele, fígado e glândulas supra-renais (1). À medida que as pessoas entram na menopausa, essas outras fontes aumentam a síntese de estrogênio e se tornam mais influentes no organismo (8).

Como o estrogênio (estradiol) muda durante o ciclo menstrual?

Lembra de como funciona o ciclo menstrual? Como uma corrida de revezamento, muitos hormônios diferentes atuam na tentativa de fertilizar e implantar um óvulo. O estradiol tem uma função crucial nessa corrida.

Fase 1: Fase folicular = aumento de estrogênio

O estradiol é produzido sobretudo dentro dos ovários. Na primeira parte do ciclo – a fase folicular, que acontece do início da menstruação até a ovulação – o estradiol é produzido a partir de sacos que contêm seus óvulos, chamados folículos. O estradiol estimula o crescimento e o espessamento do endométrio (o revestimento do útero) (6).

Quando o final da primeira fase se aproxima, os níveis de estradiol atingem seu pico, fazendo com que o cérebro libere dois hormônios: um grande aumento do hormônio luteinizante (LH) e um aumento menor do hormônio folículo-estimulante (FSH). Esse processo desencadeia a ovulação. Logo antes da ovulação, o folículo deixa de produzir estradiol e seus níveis caem (6).

Durante a fase folicular do ciclo – do início da menstruação até a ovulação – os níveis de estrogênio são altos. Você pode notar algumas mudanças em todo o seu corpo.

  • Pouco antes da ovulação, algumas pessoas podem perceber que sua pele e seu cabelo estão menos oleosos, embora não saibamos com certeza que o aumento do estrogênio cause essas alterações (9).

  • Seu muco cervical muda ao longo da fase folicular:

  • Do início ao meio da fase folicular: seco/pegajoso

  • Do meio ao fim da fase folicular: grosso/pegajoso/cremoso

  • Do fim da fase folicular à ovulação: molhado e escorregadio, como uma clara de ovo (6, 10)

  • Algumas pessoas notam um aumento da libido no período próximo à ovulação (11 a 13)

Fase 2: fase lútea = queda do estrogênio

Na segunda parte do ciclo – a fase lútea – o folículo se rompe, o óvulo é liberado e a ovulação ocorre. No lugar onde estava o folículo, uma nova estrutura produtora de hormônios se forma nas paredes do folículo e é chamada de corpo lúteo. A principal função do corpo lúteo é produzir muita progesterona, outro hormônio sexual, mas também um pouco de estradiol (6).

Se um óvulo não é fertilizado e implantado, cerca de quatro dias antes do início da menstruação, o corpo lúteo deixa de produzir progesterona e estradiol, e os níveis de ambos os hormônios no sangue caem novamente. Esse processo desencadeia o início da menstruação (6).

Quando o estrogênio está mais baixo durante o final da fase lútea e o início da menstrual, você pode notar algumas mudanças.

  • Sua temperatura corporal sobe levemente durante esta fase.

  • Um estudo descobriu que 2 a cada 5 mulheres relatam mais sensibilidade na pele, algo que os pesquisadores suspeitam que possa acontecer por causa dos níveis baixos de estrogênio durante esse período (14).

  • Os sintomas pré-menstruais também aparecem durante esse período antes do início da menstruação, quando o estrogênio (e a progesterona) estão baixos.

  • Algumas pessoas podem até ter enxaquecas relacionadas à queda nos níveis de estrogênio (15, 16).

Quais são os níveis "normais" de estrogênio? E quais são os níveis normais durante a gravidez? E na perimenopausa?

Como os níveis de estrogênio flutuam muito ao longo do ciclo, um “nível normal” de estrogênio muda todos os dias (se você não estiver usando um método anticoncepcional hormonal).

Mas se você estiver com sintomas inesperados e suspeitar que seus níveis de estrogênio estão altos ou baixos, peça a um profissional de saúde para fazer exames. Esses níveis podem mudar. Elementos como diferenças nos procedimentos laboratoriais, população atendida pelo laboratório e técnica de exames também podem influenciar os resultados, portanto, os resultados devem sempre ser interpretados usando os próprios valores de referência dos laboratórios (17).

Níveis de estrogênio para pessoas com ciclos regulares, sem uso de anticoncepcionais hormonais

Os níveis de estradiol no sangue podem variar consideravelmente ao longo do ciclo. O que é “normal” pode variar de acordo com o laboratório que você frequenta, o lugar onde mora, sua ascendência e a técnica do exame. Portanto, você deve sempre interpretar os resultados com isso em mente, mas pode usar os pontos de referência abaixo.

  • Início da fase folicular: 20 a 150 pg/ml (73 a 551 pmol/l)

  • Meio do ciclo: 40 a 350 pg/ml (551 a 2753 pmol/l)

  • Fase lútea: 30 a 450 pg/ml (110 a 1652 pmol/l) (18)

Pessoas com menos de 15 anos e pessoas em pós-menopausa geralmente apresentam níveis mais baixos (18).

Os níveis de estrogênio podem variar drasticamente de ciclo para ciclo, mas também são muito diferentes de pessoa para pessoa (17, 19).

Níveis de estrogênio durante a gravidez

A produção de hormônios é muito alta durante a gravidez. O estradiol tem um pico, juntamente com outros hormônios como a progesterona, a testosterona e a prolactina (20). Esses hormônios, além de muitos outros, trabalham em conjunto para dar suporte ao desenvolvimento de um bebê.

  • Estradiol no primeiro trimestre: 188 a 2497 pg/ml

  • Estradiol no segundo trimestre: 1278 a 7192 pg/ml

  • Estradiol no terceiro trimestre: 3460 a 6137 pg/ml (20)

Níveis de estrogênio na perimenopausa e menopausa

Após a menopausa, os níveis de estrogênio caem drasticamente, pois há poucos folículos nos ovários. Além disso, esses folículos não estão mais crescendo e produzindo os picos de estradiol que ocorrem durante o ciclo menstrual (6). Os níveis de estradiol nos exames laboratoriais de mulheres na pós-menopausa são geralmente menores que 20 pg ml (73 pmol/l) (18).

Durante a perimenopausa, pode-se perceber mudanças no corpo por causa desses níveis mais baixos de estrogênio.

Sintomas de estrogênio baixo durante a perimenopausa e a menopausa

  • A secura vaginal (conhecida como vaginite atrófica ou atrofia vulvovaginal) é comum. Sem estrogênio suficiente, as paredes da vagina não são capazes de manter sua espessura e não são mais tão úmidas (21).

  • As ondas de calor estão associadas à diminuição dos níveis de estrogênio e podem ser tratadas com terapia estrogênica (22). Os fitoestrógenos, ou estrogênios dos alimentos, podem ser moderadamente benéficos, mas são necessárias mais pesquisas (23).

  • A osteoporose é um risco para as pessoas em pós-menopausa por causa da diminuição dos níveis de estrogênio (24).

Como faço para saber se meus níveis de estrogênio estão normais?

Existem muitos sintomas físicos que podem indicar se seus níveis hormonais estão dentro dos limites normais. A falta de desenvolvimento “normal” durante a puberdade, um ciclo menstrual irregular ou a dificuldade em engravidar podem indicar um potencial problema hormonal subjacente.

Os níveis de estrogênio (juntamente com todos os outros hormônios sexuais) flutuam e mudam muito ao longo do ciclo e ao longo da vida. Para a maioria das pessoas, essas mudanças são normais e fazem parte do envelhecimento. A perimenopausa em particular pode ser um uma montanha-russa hormonal para algumas pessoas, com seus sintomas inesperados que aparecem em momentos inconvenientes (como ondas de calor, insônia, menstruações inesperados). Algumas pessoas optam por usar a terapia hormonal para ajudar a controlar esses sintomas (24).

Excesso de estrogênio

Você pode ter ouvido falar sobre “excesso de estrogênio” ou “dominância de estrogênio” e como essas condições podem afetar o ciclo. Alguns profissionais de saúde, blogueiros e empresas escrevem bastante sobre esse assunto.

Os níveis de estrogênio podem ser muito altos. Por exemplo, existe uma condição que pode afetar os níveis de estrogênio, chamada síndrome de excesso de aromatase. Pessoas com essa condição têm mais estrogênio porque convertem androgênios em estrogênios a uma taxa muito maior. Esta condição é causada por um desvio genético no gene CYP19A1 e os sintomas geralmente estão presentes na época da puberdade (25).

Também é possível que alguns tipos de câncer, como o câncer da glândula adrenal, causem altos níveis de estrogênio (26).

Dito isto, os blogueiros de saúde geralmente não estão falando sobre o desequilíbrio de estrogênio causado pela genética atípica ou câncer. Muitas vezes, essas pessoas estão debatendo desequilíbrios hormonais causados ​​pela dieta, uso atual ou prévio de anticoncepcionais hormonais e gordura corporal.

No contexto dos blogs e alguns provedores de saúde alternativos, existem diferentes causas de “excesso de estrogênio” ou “dominância de estrogênio”.

  • Uma das possíveis causas é um desequilíbrio entre estrogênio e progesterona. Acredita-se que os níveis de estrogênio podem ficar muito altos à medida que a progesterona diminui, causando um desequilíbrio hormonal.

  • Outra possível causa é quando os estrogênios E1 e/ou E2 são muito altos em comparação com o E3. Às vezes isso é chamado de "Quociente de Estrogênio" desfavorável.

  • Outras vezes, pensa-se que o desequilíbrio possa ser causado por problemas no metabolismo do estrogênio.

Embora esses desequilíbrios e problemas possam ser reais, eles geralmente não são diagnosticados como uma condição autônoma na medicina geral. Pelo contrário, alguns elementos dos desequilíbrios acima são considerados sintomas de outra condição.

Por exemplo, altos níveis de E2 e E1 podem ser um sinal de síndrome dos ovários policísticos (SOP) (27), que podem causar menstruações irregulares. Não está claro se esta proporção de estrogênio na SOP é uma causa ou um sintoma da condição.

Em contraste com a medicina convencional, alguns prestadores de serviços de saúde alternativos podem “diagnosticar” uma pessoa com esses desequilíbrios. Existem poucas pesquisas sobre esses “diagnósticos” serem válidos como condições autônomas e não somente sinais de outras condições ou flutuações normais nos hormônios de acordo com a idade.

Também é comum ouvir sobre como os estrogênios nos alimentos que ingerimos, nos produtos que usamos e o estrogênio que está sendo liberado no meio ambiente influenciam nossos níveis hormonais. A exposição ambiental aos desreguladores endócrinos, como o bisfenol-A, é reconhecida como tendo um efeito (geralmente prejudicial) no organismo por muitas organizações médicas (28, 29). Esses disruptores endócrinos podem interferir na função hormonal.

Os blogueiros costumam recomendar uma mudança na dieta para abordar o “excesso/dominância de estrogênio”, geralmente sugerindo dietas ricas em vegetais e frutas (orgânicas), pobres em carne e laticínios e muito pouco alimento processado (embora pessoas diferentes tenham opiniões diferentes). Ainda que uma alimentação saudável seja uma ótima ideia, não se sabe se essas mudanças na dieta realmente se referem ao “excesso de estrogênio” ou se as pessoas começam a se sentir melhor simplesmente porque estão comendo melhor. Além disso, o que é uma “dieta saudável” para uma pessoa pode não ser saudável para outra, por isso é bom ouvir seu corpo e encontrar uma dieta que funcione para você.

Se você suspeitar que há um problema com seus níveis hormonais, fale com um profissional de saúde sobre a medição dos níveis de seus hormônios sexuais, incluindo o estrogênio. O estrogênio é geralmente avaliado através de exames de sangue, embora também seja possível fazer exames de estrogênio através da urina, saliva e até líquido amniótico (18).

Certifique-se de acompanhar seu ciclo no Clue antes de uma consulta, assim você pode fornecer informações sobre seus ciclos anteriores para que o profissional possa interpretar melhor seus exames laboratoriais.

Uma mão segurando um celular com o Clue app aberto

Monitorar o seu ciclo no Clue te ajuda a saber se eles são irregulares

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Como os métodos anticoncepcionais hormonais afetam o estrogênio?

Anticoncepcionais hormonais combinados (a pílula, o adesivo, o anel) e estrogênio

Estes tipos de anticoncepcionais contêm estrogênio e progestagênio em diferentes quantidades e proporções. Muitos anticoncepcionais orais combinados contêm etinilestradiol, um estrogênio sintético. Nos Estados Unidos, as doses de etinilestradiol não ultrapassam 50 mcg (30), e são frequentemente menores, até 10 mcg (10). Quando a pílula anticoncepcional é tomada à risca, ela funciona interrompendo a comunicação normal entre o cérebro e os ovários, de modo que:

  • flutuações hormonais do ciclo menstrual não acontecem

  • folículos têm menor probabilidade de amadurecer até o estágio final, o que significa que menos estrogênio natural é produzido (31)

  • a ovulação não ocorre (10, 32)

Como o crescimento e a ovulação do folículo são interrompidos, a produção natural de estrogênio (e outros hormônios) é afetada, e pode ser responsável por quaisquer efeitos colaterais ou alterações que você possa sentir depois de começar a usar a pílula.

O anel vaginal fornece uma dose muito menor de etinilestradiol, 15 mcg por dia (33), e o adesivo fornece 20 mcg (34).

Métodos anticoncepcionais à base de somente progestagênio (DIUs, injeção, minipílula etc.) e o estrogênio

Não há estrogênio nos anticoncepcionais exclusivamente de progestagênio, que incluem a pílula à base de somente progestagênio  (a minipílula), a injeção, o implante e os DIUs hormonais.

O uso de anticoncepcionais à base de somente progestagênios pode influenciar o fino equilíbrio e as interações complicadas de alguns ou de todos os hormônios envolvidos no ciclo menstrual. Muitas vezes, quando um nível de hormônio é alterado, ocorre uma flutuação e outros hormônios também são afetados, incluindo o estrogênio. Essas alterações hormonais podem causar alterações em seus sintomas ou no ciclo menstrual. Cada anticoncepcional pode afetar você e seus sintomas de maneira diferente, e algumas dessas alterações podem ser o resultado de diferentes níveis de estrogênio.

A minipílula e estrogênio

Dependendo do tipo de progestagênio utilizado e de sua dose na pílula, a ovulação não é consistentemente interrompida (10, 35). A maneira como a minipílula afeta os níveis naturais de estrogênio não é bem compreendida e mais pesquisas são necessárias.

O DIU hormonal e o estrogênio

Os DIUs hormonais estão disponíveis em diferentes doses de progestagênio e geralmente não impedem a ovulação. A interrupção da ovulação (e, portanto, a produção de estrogênio) depende da dose de progestogênio no DIU e também da quantidade de tempo que o DIU foi usado (10). A ovulação não é inibida na maior parte dos casos (10, 36, 37).

A injeção anticoncepcional e o estrogênio

A injeção anticoncepcional funciona impedindo a ovulação e inibindo a comunicação entre o cérebro e os ovários. Os níveis de estradiol são muito menores para as pessoas que usam a injeção, cerca de 15 pg/ml, embora esse número possa variar por pessoa (38).

O implante e o estrogênio

O implante não altera drasticamente os níveis de estradiol (39,40). Após a inserção, pode haver uma diminuição moderada dos níveis de estradiol, mas esses níveis sobem lentamente para os níveis de estradiol pré-inserção (ou próximos a esses níveis) ao longo de dois a três anos (39, 40).

Métodos anticoncepcionais não hormonais e o estrogênio

Os anticoncepcionais não hormonais, como preservativos e o DIU de cobre, não interferirão em suas flutuações hormonais naturais e nos níveis de estrogênio.

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